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08/03/2013 - ERRO NA COMPARAÇÃO

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Agora, pois, não vos engane Ezequias, nem vos incite assim, nem lhe deis crédito, porque nenhum deus de nação alguma, nem de reino algum pôde livrar o seu povo das minhas mãos, nem das mãos de meus pais, quanto menos vos poderá livrar o vosso Deus das minhas mãos.

2 Crônicas 32.15

A tomada de Jerusalém, que o império assírio julgava certa, não aconteceu pelo fato de o rei da Assíria ter ofendido o Senhor. Anos antes, eles haviam invadido o reino do Norte, chamado Israel, e levado o povo cativo, porque o rei e o povo tinham-se apartado de Deus. Agora, queriam fazer o mesmo com Judá; porém, encontraram um rei que servia ao verdadeiro Deus. Que o inimigo sempre encontre você desse modo!

Ezequias não se moveu da sua fé; ao contrário, agiu como profeta. Ele disse aos seus compatriotas na praça da porta da cidade que o Senhor estava com eles e, com os assírios, o demônio, o braço da carne. Isso se provou verdadeiro, pois ninguém consegue derrubar quem se encontra firme na fé na única Rocha que existe. É fato provado: os que são de Deus sempre vencerão os seus inimigos.

Senaqueribe, rei dos assírios, não esperava encontrar o verdadeiro Deus; no entanto, ele o fez do lado errado. Se tivesse prestado atenção ao que Ezequias tinha dito aos seus enviados, quando de sua cura, poderia ter sido salvo. O perverso rei assírio disse aos hebreus que não se deixassem enganar por Ezequias, mas eles não seguiram tal conselho. Quem confiou no servo do Senhor não foi confundido.

É fato que Ezequias não os incitou para o mal, mas se deixou ser usado pelo Santo Espírito para dizer a verdade ao povo. Se estivesse agindo no natural, teria “jogado a toalha” e pedido condições de paz. Caso tivesse feito isso, teria desagradado ao Guarda de Israel. Veja como você toma atitudes diante de uma ameaça do inimigo. Em qualquer circunstância, sempre será melhor não ofender o Senhor.

O rei assírio ainda falou para que não dessem crédito ao rei de Judá; mas disse isso ao povo errado. Os cidadãos daquele reino aprenderam muitos anos antes com o rei Josafá que, se cressem no Altíssimo, estariam seguros e, se cressem nos profetas, prosperariam (2 Cr 20.20). Eles optaram por confiar em Deus e no Seu profeta e, assim, ficaram seguros e prosperaram.

Que petulância de Senaqueribe comparar o Senhor com os “deuses” das nações! Por isso, teve um fim tão trágico. A sua volta para casa, sem os seus 185 mil soldados, mortos pelo anjo de Deus, foi muito humilhante. Assim será para quem ofender o Pai e a pessoa que Ele colocou na frente do Seu povo. Uma coisa é certa: o Todo-Poderoso não desampara aquele que coloca a sua confiança nEle (Sl 37.28).

Em Cristo, com amor,

R. R. Soares

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